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quinta-feira, 23 de junho de 2022

Seis pessoas são presas em Parauapebas, acusadas de participarem de “tribunal do crime”

A partir de elementos do vídeo, a Polícia Civil qualificou os seis envolvidos no bárbaro crime

José Antônio Corrêa Alves

Os acusados do assassinato bárbaro de José Antônio Corrêa Alves, ocorrido no início de abril deste ano em Parauapebas, foram presos nessa quarta-feira (22). Os envolvidos são Carlos Daniel Ferreira Nascimento, vulgo busca alma; Mailson Rocha da Silva, vulgo coisa ruim; Francieli Moura Castro, vulgo bonnek do crime, Raifran Barros de Brito, vulgo irmão Janela; Maiqui Sousa Silva, vulgo menor revoltado e Maicon de Sousa Silva, vulgo Santista.

No dia 7 de abril, o desaparecimento de José Antônio foi noticiado pelos tios deste na delegacia de Parauapebas. Dias depois, um vídeo em que um homem morto, com as mesmas características, era decapitado, enquanto os autores comemoravam o ato brutal, viralizou nas redes sociais e grupos de WhatsApp do município. Nas imagens, fortes, era possível ver os assassinos levantando a cabeça da vítima como quem levantava um troféu, em comemoração.

José saiu de casa no dia 7 de abril para comprar churrasquinho na Praça da Faruk Salmen e nunca retornou

Após a grande repercussão das imagens, os familiares da vítima compareceram à delegacia na época e reconheceram José Antônio no vídeo gravado pelos criminosos, comprovando a identidade do corpo.

A partir daquele momento, as investigações foram iniciadas pela Delegacia de Homicídios e, recentemente, concluídas, apontando a participação dos seis indivíduos presos. Os alvos Raifran, Maiqui, Maicon e Francieli foram detidos na cidade em que o crime foi cometido, e Carlos e Mailson, em Marabá. 

Foto: Divulgação/ crédito: Correio de Carajás 

O diretor 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil em Parauapebas, Erivaldo Campelo, explica que, o corpo da vítima segue desaparecido, e buscas pelos restos mortais ainda são realizadas, para posteriormente serem entregadas aos parentes.

Segundo Erivaldo, os seis detidos negam veemente a participação no crime, porém, elementos colhidos, após trabalho árduo, de muita técnica de inteligência policial, comprovam que todos participaram do assassinato doloso.

Durante o cumprimento de mandado de prisão temporária e de busca e apreensão domiciliar, Francieli foi, ainda, autuada em flagrante, pelo crime de tráfico de drogas, devido a quantidade considerável de drogas encontrada com a jovem no momento em questão. As investigações para maiores apurações sobre o crime, continuam. 



(Foto: Reprodução/Fonte: Correio de Carajás Thays) Araujo)

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