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sexta-feira, 29 de abril de 2022

Ameaça de massacre em escola vira caso de polícia, em Marabá

Caso foi registrado na manhã desta quinta-feira (28), na Escola Estadual Plínio Pinheiro

Foto: Reprodução

 PARÁ – Alunos da Escola Estadual Plínio Pinheiro, localizada no Núcleo Velha Marabá, em Marabá, no sudeste do Pará, encontraram na caixa de descarga do vaso sanitário de um dos banheiros do local, na manhã desta quinta-feira (28), uma ameaça de massacre supostamente deixada por integrantes de duas conhecidas facções criminosas – PCC e Comando Vermelho. Os responsáveis pela ameaça não foram localizados. 

Foto: Portal Debate
A ameaça, gravada em pincel marcador anatômico preto, conforme registros, continha a data para o ato criminoso ocorrer: 6 de maio de 2022, na sexta-feira da próxima semana. Ao lado, de lápis, a assinatura “PCC” na parte superior, acompanhada do número 1533, seguida da mensagem “vai morrer”. Na parte inferior dessa outra mensagem, existe a inscrição “CV”, que seria uma referência à facção Comando Vermelho.

Logo que tomou conhecimento do fato, a direção da unidade escolar não hesitou em acionar as autoridades de segurança pública do estado e município para auxiliar em ações preventivas junto aos discentes, que estudam em tempo integral. Equipes da Polícia Militar e da Guarda Municipal de Marabá foram mobilizadas para o atendimento da ocorrência.

As forças de segurança fizeram na Escola Plínio Pinheiro a ‘Operação Presença’, com foco em orientar os alunos e professores sobre a situação. Todas as salas e outros espaços da unidade escolar foram visitados pelas equipes, de modo a garantir a segurança e resguardar a integridade de todos os presentes.

Até a publicação desta matéria, porém, o caso ainda não havia sido registrado oficialmente na Polícia Civil, que tem competência para investigar a ocorrência e levantar os responsáveis.

Em Belém, na semana passada, o anúncio de um ataque gerou pânico na Escola Estadual Teodora Bentes, no Distrito de Icoaraci, mas era ‘brincadeira’.

Conforme advogado criminalista consultado pela Reportagem, incitar publicamente a realização de um crime também configura um crime específico, com pena de detenção de até 6 meses. No entanto, “o simples fato de dizer que vai fazer algo não é crime”. 


(Fonte: Portal Debate)

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