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segunda-feira, 21 de março de 2022

Youtuber do DF com 4 mi de seguidores é preso por lavagem de dinheiro

 Youtuber do DF com 4 mi de seguidores é preso por lavagem de dinheiro

Foto: Reprodução


PCDF pediu o sequestro de nove carros de luxo, como Ferrari, Lamborghini e Mercedes, além de uma mansão no Park Way avaliada em R$ 4 milhões 

Estourado no YouTube, Instagram e Facebook, e dono de uma legião formada por 4 milhões de seguidores, o influenciador digital Kleber Rodrigues de Moraes, ou simplesmente Klebim, é alvo de uma megaoperação desencadeada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) na manhã desta segunda-feira (21/3). A ação da Divisão de Repressão a Roubos e Furtos (DRF) desmantelou um esquema de rifas ilegais e lavagem de dinheiro, que rendeu milhões de reais ao investigado.

A PCDF cumpre quatro prisões temporárias, sete mandados de busca e apreensão, sequestro de nove carros de luxo, como Ferrari, Lamborghini e Mercedes, além do arresto de uma mansão no Park Way avaliada em R$ 4 milhões. A corporação ainda pediu o bloqueio de R$ 10 milhões das contas de quatro investigados e de três empresas envolvidas no esquema criminoso.

As apurações da Operação Huracán apontaram que o influenciador digital utiliza seus perfis nas redes sociais para promover e realizar sorteios de veículos de luxo, com sofisticados sistemas de som e customização. Klebim e outros três alvos foram presos temporariamente pelos crimes de lavagem de dinheiro e exploração de jogos de azar.

Lavagem de dinheiro

De acordo com as investigações, os sorteios não são autorizados pelos órgãos competentes, e o youtuber não recolhe impostos. Klebim, segundo a polícia, lava o dinheiro dos sorteios com a aquisição de veículos superesportivos, que são registrados em nome de laranjas – incluindo a mãe do influenciador – e empresas de fachada. Como lucra muito com as rifas, Klebim também passou a emprestar dinheiro para criminosos que praticam roubos e furtos.

Além de Klebim, foram presos, acusados de integrar o esquema criminoso, Pedro Henrique Barroso Neiva, Vinícius Couto Farago e Alex Bruno da Silva Vale. Todos teriam ajudado a movimentar as rifas clandestinas e auxiliado na entrega dos veículos, por isso recebiam comissões em dinheiro pagas pelo influenciador digital.


A DRF identificou que o esquema era alto

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