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sexta-feira, 22 de outubro de 2021

Em Parauapebas, casal é condenado a 129 anos de prisão por morte de bebê - Portal Pebão

 Casal é condenado a 129 anos de prisão por morte de bebê em Parauapebas 
Foto: Reprodução
O casal sentenciada pelos crimes de homicídio qualificado, estupro de vulnerável, lesão corporal grave e tortura-castigo

Na noite desta quinta-feira (21), o Tribunal do Júri condenou Irislene da Silva Miranda e Deyvyd Renato Oliveira Brito, denunciados por estuprar e matar Carla Emanuele Miranda Correia, de um ano e oito meses, em um ritual macabro. A soma das penas chega a quase 130 anos de prisão e é fruto de julgamento que durou dois dias. O crime aconteceu em janeiro de 2020 em Parauapebas, no sudeste do Pará.

Segundo a denúncia oferecida pelo Ministério Público do Pará (MPPA) a partir de robusto inquérito policial, a morte da menina foi provocada por hemorragia intracraniana. Vítima frequente de abusos sexuais, tortura e agressões, a bebê morreu após dar entrada no Hospital Geral de Parauapebas (HGP).

Na época do crime, a mãe da menina revelou aos policiais que sabia dos abusos sexuais cometidos pelo companheiro contra a bebê, acrescentando que quando ela se recusava a manter relações sexuais com Deyvyd, ele abusava da pequena.

A dupla foi sentenciada pelos crimes de homicídio qualificado, estupro de vulnerável, lesão corporal grave e tortura-castigo.

As penas foram fixadas em:

Irislene da Silva Miranda, mãe da menina: 46 anos, 5 meses e 20 dias de detenção;

Deyvyd Renato Oliveira Brito, padrasto da menina: 83 anos e 4 meses de detenção.

Apesar da sentença de Irislene ser de 46 anos, e a de Deyvyd ser de 83 anos, penas privativas de liberdade não podem ser superior a 40 anos no Brasil, após a aprovação do pacote anticrime.

Os dois cumprirão pena em regime inicial fechado e sem a possibilidade de recorrer em liberdade. Deyvyd retorna à Cadeia Pública de Parauapebas, enquanto Irislene volta ao Centro de Recuperação Feminino (CRF) de Marabá.

Relembre o caso clicando AQUI



Informações/Debate Carajás

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