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quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Vale inicia operação de caminhões autônomos em seu maior complexo de Carajás

 Vale inicia operação de caminhões autônomos em seu maior complexo, no Pará.
Vale inicia operação de caminhões autônomos em seu maior complexo, no Pará

A Vale iniciou a operação de 6 caminhões fora de estrada autônomos no Complexo de Carajás, no Pará, e informou que até o fim do ano serão 10 veículos operando no local. Segundo a empresa, a inciativa faz parte de um conjunto de ações voltadas para ampliar a segurança dos empregados, tornar a operação mais ambientalmente sustentável e obter ganho de competitividade.

Os caminhões autônomos têm capacidade para transportar 320 toneladas e estavam em teste em uma área isolada de Carajás desde 2019. Esta semana eles iniciaram a fase final de testes na mina N4E e na quarta-feira entraram oficialmente em produção. Além dos caminhões, já estão em operação no Complexo de Carajás 4 perfuratrizes autônomas e mais 3 começarão a operar até o fim do ano.

A operação autônoma começou a ser implantada pela Vale na mina de Brucutu, em Minas Gerais, em 2016, e hoje abrange todos os 13 caminhões fora de estrada dessa unidade. Desde a implantação em Brucutu, não foi registrado nenhum acidente causado pelos caminhões.

Os caminhões autônomos são controlados por sistemas de computador, GPS, radares e inteligência artificial, percorrendo a rota entre a frente de lavra e a área de descarga. Ao detectar riscos, os equipamentos paralisam suas operações até que o caminho volte a ser liberado. Os sensores do sistema de segurança são capazes de detectar tanto objetos de maior porte, como grandes rochas e outros caminhões, até seres humanos que estejam nas imediações da via. Com isso, de acordo com a Vale, situações de risco, como tombamento e colisão, foram eliminadas.

A mineradora ressalta ainda que a operação autônoma traz benefícios ambientais e frisa que o desempenho mais constante dos caminhões e o aumento da sua velocidade média permitirá uma redução de cerca de 5% no consumo de combustível, o que resulta em volume mais baixo de emissões de CO2 e particulados.

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