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segunda-feira, 30 de agosto de 2021

Eleições 2022: Jatene afirma que será candidato a Governador do Pará e quer Márcio Miranda como vice.

 Eleições 2022: Jatene afirma que será candidato a Governador do Pará e quer Márcio Miranda como vice.
Eleições 2022: Jatene afirma que será candidato a Governador do Pará, pelo PSDB e quer Márcio Miranda como vice.

Simão Jatene corre para desmentir boatos sobre Flexa Ribeiro e deve condicionar sua indicação para a disputa do comando do Governo do estado, e uma dobradinha com Márcio Miranda, o preferido para ser seu vice. 

Está movimentado o ambiente político no estado. Muitos encontros, alguns secretos, tem movimentado a cena e tendo como debate principal a questão da sucessão estadual em 2022. Até o período eleitoral muita reviravolta, boatos, traições e desmentidos devem ocorrer.

Um deles foi sobre aos "Buchichos" de que o PSDB no estado havia batido o martelo para a indicação do ex-senador Flexa Ribeiro para a disputa ao governo do estado. Diante da repercussão do caso, não  muito boa por sinal, o próprio ex-governador Simão Jatene correu para desmentir essa questão, e "pelo andar da carruagem" tem mesmo a intenção e deve  ir ao embate eleitoral com o atual Governador Helder Barbalho, tentando com isso voltar ao comando do estado que já governou por 3 mandatos.

A nova boataria sobre o pleito futuro  é que Simão Jatene condiciona seu nome na disputa, caso os partidos que devam fazer parte da aliança que se desenha, possam direcionar a indicação do companheiro de chapa ao nome do médico e ex-presidente da ALEPA, Dr. Márcio Miranda, o seu vice preferido.

A possibilidade da dobradinha Simão Jatene e Márcio Miranda, já traz empolgação a militância e lideranças políticas do estado que conversam para fazer parte da aliança opositora ao atual Governo, mesmo sabendo que enfrentarão uma máquina pública que não tem poupado recursos, inclusive monetários para agregar apoiadores, muitos dos quais meio que "com um pé atrás" por conta dos próximos passos das investigações e operações que se desenham por conta de desvios de recursos da pandemia que tem sangrado aos poucos a imagem do atual Governo.

Questões como as legendas políticas  a se abrigarem ou não, ficará para logo depois de concluída a votação da reforma eleitoral no congresso e encontros inclusive com lideranças de partidos em Brasília.




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(Por Naldo Lobo)



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