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sexta-feira, 7 de maio de 2021

Polícia Civil deflagra operação e desmembra grupo que desviou meio milhão de reais

 A Polícia Civil do Pará, por meio da Divisão de Combate a Crimes Econômicos e Patrimoniais por Meios Cibernéticos (DCCEP), deflagrou a operação "Cyber Market", que combate fraudes bancárias. As diligências começaram na quinta-feira (6), na região dos Carajás, e na manhã desta sexta-feira (7), nos municípios próximos à capital paraense.

De acordo co

Pebão:Polícia Civil deflagra operação e desmembra grupo que desviou meio milhão de reais

m as investigações, em dezembro de 2019, identificou-se transações irregulares junto à uma instituição bancária. Os golpes iniciavam quando um correntista recebia um link falso, por meio de mensagem de texto. O URL permitia ao criminoso acesso às informações da vítima, bem como fazer transações financeiras por meio da internet. Um balanço da DCCEP mostra que inúmeras vítimas, de todas as regiões do Estado, procuraram a Polícia Civil e denunciaram o crime. O montante desviado ultrapassa meio milhão de reais.

Na RMB, três pessoas foram presas. Celulares, notebooks, documentos e cartões foram apreendidos na residência dos acusados. No sudoeste do Estado, os agentes da PCPA estiveram nas cidades de Parauapebas, Canaã dos Carajás e Palestina do Pará. Na região, uma mulher foi presa por envolvimento direto no esquema. As investigações apontam que ela recebeu o valor de R$ 75 mil. Em Palestina, um homem foi conduzido à unidade policial, onde prestou esclarecimentos. 

Segundo o delegado-geral, Walter Resende, as investigações iniciaram após denúncia e depois de um intenso trabalho investigativo foi possivel identificar esse grupo criminoso. "Com as prisões dessas pessoas vamos poder rastrear várias ações desse tipo e identificar todos os beneficiados e participantes desse ato criminoso. Os presos estão sendo autuados por furto mediante fraudes, e a partir dos depoimentos deles vamos montar toda a trajetória desse recurso desviado", explicou o delegado-geral. 

Ainda segundo as investigações, os golpistas utilizavam comércios locais para comprar produtos alimentícios, revender e "esquentar" o dinheiro. Todos os envolvidos já estão à disposição da justiça.

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