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segunda-feira, 5 de abril de 2021

Em Parauapebas homem é preso por quebrar câmera de segurança.

Além de se explicar dentro de casa, Fernando Augusto Santos Fonseca, de 38 anos, também terá que se entender com a Justiça após ter sido preso, na madrugada desta segunda-feira (5), por danificar uma câmera do Centro de Controle de Operações (CCO), no Bairro Vila Nova, em Parauapebas.
Parauapebas
Foto:Vela Preta
O equipamento é propriedade da Prefeitura Municipal de Parauapebas e utilizado no videomonitoramento do município, que possui contrato de manutenção do sistema em mais de R$ 6,2 milhões. 

Conforme relatado na 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil, por volta das 2 horas, Fernando escalou o poste onde a câmera estava fixada e a quebrou. O próprio serviço de monitoramento percebeu o movimento e acionou a Polícia Militar, que efetuou a prisão e encaminhou o responsável à 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil.

Ao conversar com o Correio de Carajás, nesta manhã, Fernando confessou ser casado e manter um caso extraconjugal com uma mulher que vive no bairro onde a câmera estava instalada. “Eu estava tendo relacionamento com uma dona lá de perto e aí eles mandaram eu subir e quebrar porque conheciam minha esposa e iam falar pra ela”, relatou, acrescentando que ainda sofreu ameaça de agressão. “Falaram que ainda iam me cobrir de porrada”.

Fernando acrescenta que estava bastante embriagado quando subiu no poste: “Eu tava muito doido de cachaça!”. Conforme ele, agiu desta maneira para não arriscar o casamento. “Eles mandaram! Se não iam me cobrir de porrada e ainda iam falar pra minha mulher que eu estava saindo com uma doida lá de perto”.
Ao ser questionado sobre quem são “eles”, Fernando afirmou apenas se tratar dos “moleques ao lado”. Por fim, diz que já havia descido do poste quando a Polícia Militar chegou e realizou a prisão. Ele foi autuado em flagrante à luz do Art. 163 do Código Penal, que prevê prisão e multa para quem destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia.
Há aumento de pena em caso de dano contra o patrimônio do município, quando o acusado pode ser sentenciado em até três anos de prisão. 

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Fonte: Ronaldo Modesto/Correio de Carajás


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