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quarta-feira, 17 de julho de 2019

HGP segue em risco emergencial, sem atestado contra incêndio

Hospital Geral de Parauapebas está irregular a prevenção e combate a incêndio


Inaugurado em 4 de julho de 2016, o Hospital Geral de Parauapebas: Manoel Evaldo Benevides Alves, o (HGP), localizado no bairro Cidade Nova, em Parauapebas, é um dos maiores estabelecimento de saúde pública da região sul e sudeste do Pará, com 11,7 mil m2 de área construída. 
O hospital oferta serviços de média e alta complexidade em saúde. Mas, não conta com o Certificado de Aprovação do Corpo de Bombeiros, para funcionar. 

Desde do mês de abril, do ano corrente, vem sendo apresentado denúncias referente à unidade hospitalar.  Na mesma já foram registrados, alguns princípios de incêndios, provenientes de curtos circuitos e problemas estruturais  internos. 
Há  Infiltrações e vazamentos a todo o momento, sejam das tubulações de ar, rede de esgoto são decorrentes ou no período chuvoso, tudo próximo às instalações elétricas. 


A população esperou por mais de 9 anos, só na construção, acrescidos de mais 3 anos e cifras maiores que 100 milhões de reais foram gastos na obra.

Outra problemática grave, é que, se ocorrer, um incêndio, dentro da unidade, será  difícil para contê-lo, devido o mal funcionamento da rede de hidrantes e sua bomba de incêndio não instalada, logo, todo sistema preventivo fixo está inoperante: extintores com cargas vencidas, mangueiras de incêndio vencidas, portas corta-fogo necessitando de manutenção, geradores danificados e inoperantes, ausência de luminárias de emergência e placas de sinalização e orientação; O estabelecimento não se encontra cadastrado no SISGAT ( Sistema de Gerenciamento de Atividades Técnicas) do CBMPA, e, também  não possui HABITE-SE do setor técnico do CBMPA, no que tange às Normas Técnicas de Segurança Contra Incêndio e Emergência. Todos estes fatos constatados em vistoria pelo (23°) Grupamento do Corpo de Bombeiro Militar de Parauapebas/Pará, devido Denúncia protocolada na corporação. A denúncia relata que, no dia 09/04/2019 em período noturno durante uma forte chuva, colaboradores e usuários teriam se assustado com o forte cheiro de fumaça, que se espalhou pela unidade hospitalar devido com um curto circuito, numa unidade de distribuição elétrica externa.

 Os funcionários temem que uma situação de princípio de incêndio possa fugir do controle. Caso isso ocorra, grande será a dificuldade em remover pacientes dos pisos superiores, devido não haver rampas para favorecer a locomoção das macas, contando somente com o transporte dentro dos elevadores, que param seu funcionamento em caso de incêndio devido a necessidade de cortar a distribuição elétrica. Sendo assim, não  seria possível, em tempo hábil uma resposta de resgate em uma situação emergencial de evacuação do prédio. Reforçando ainda, que há falta de manutenção e capacitação da equipe de brigadistas, que atuam na prevenção e combate a incêndios dentro da unidade. 

Com intuito de evitar uma tragédia, já pré-anunciada, foi registrado Boletim de Ocorrência, protocolado denúncia no  Ministério Público, Defensoria Civil, Secretaria Municipal de Segurança Institucional e Defesa do cidadão, Câmara de Vereadores e Conselho Municipal de Saúde.
 Deveria os órgãos competentes  trabalhar preventivamente, evitando que a população venha passe por este sofrimento. Exemplos sérios, que jamais poderão ser esquecidos, como o da Boate Kiss da cidade de Santa Maria/RS, que matou 242 pessoas e feriram outras 680; e, do Edifício Joelma, na Praça da Bandeira, região central de São Paulo, que provocou a morte de 187 pessoas deixando mais de 300 feridos; ainda o caso do Hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca RJ.
Todos estes exemplos são sirenes de alerta, para que providências sejam tomadas antes do desastre, e o descaso público não fomente, por pura negligência, a possibilidade de uma tragédia anunciada.







Pebão/ Com informações Cristiano Santos


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