O candidato a deputado federal Dr. Felipe gravou uma transmissão na porta da 20ª Seccional de Parauapebas para negar acusações de compra de votos. A polêmica surgiu após uma operação da Polícia Civil que conduziu 11 pessoas à delegacia — incluindo trabalhadores, apoiadores e cabos eleitorais (conhecidos como “formiguinhas”). Na ação, as autoridades apreenderam mais de R$ 17 mil em envelopes, 12 celulares e uma folha de anotações com nomes e valores.
A defesa do candidato classificou o episódio como perseguição política. Acompanhado por seu advogado, Dr. Felipe foi até a delegacia e apresentou formalmente os contratos de prestação de serviços eleitorais, firmados em 3 de setembro, comprovando a legalidade da atuação dos trabalhadores e do pagamento feito com recursos de campanha. Após a comprovação da regularidade, todos os conduzidos foram liberados.
O desabafo do candidato

Revoltado com a situação, Dr. Felipe fez um forte desabafo sobre a abordagem policial e o clima político na região, declarando:
> “Sou médico há 16 anos, nunca fui numa porta de delegacia. É isso que eu pago. Para tentar ajudar a população e cobrando o que é errado. Ninguém pode ser oposição no Pará, porque você é perseguido. Se estão prendendo trabalhadores, por que não me prendem em vez de prender pessoas que estão só trabalhando? Essa cidade precisa mudar.”

O delegado responsável pelo caso marcou uma entrevista coletiva para repassar mais detalhes sobre os desdobramentos da investigação.


Segundo as investigações, Douglas é suspeito de ter planejado e ordenado o assassinato. Imagens de câmeras de segurança e outras diligências ajudaram as forças de segurança a identificar e localizar o suspeito, que foi preso horas após o crime.



